Gostaria neste texto de pensar o perder-se ao entrar em contato com como experiência (de)formativa. Experiência que estaria aberta para acessar/produzir vidas, intensidades, sensibilidades e criar para além do estabelecido, dos padrões, da norma (FOUCAULT, 1999). Experiência que nos possibilitaria inventar e reinventar o insuspeito, proliferando pensamentos, gentes, histórias; proliferando a vida e suas formas. Viagens, perambulações, escavações, encontros inesperados. “Movimentos que regam o tempo de impossibilidades”. (MALASPINA, 2011a,). Só mesmo uns gênios como os Beatles para interpretar tão bem o que eu senti a primeira vez que vi minha mãe com um prato de sopa.