Dos não-lugares à cidade senciente

From the non-places to the sentient city

Lucia Santaella*





     

Resumo:

Este artigo coloca em discussão a cidade e a urbanização como processos que se justificam por si mesmos e não como instâncias de algo outro. O que se visa especificamente são as transformações operadas nas formas de vida urbana pós revolução digital, naquilo que, no atual estado da arte vem sendo chamado de “cidade senciente”. Para isso, este trabalho passa em revista os não-lugares das megacidades e sua transformação em hotspots das cidades informacionais, destes para a cidade ciborgue até as condições emergentes da cidade senciente.
Palavras Chave: não-lugares, cidade informacional, cidade ciborgue, cidade senciente



Abstract:

This article calls into question city and urbanization processes as processes that explain themselves and not as instances of something else. What it specifically targets are the transformations which were brought to the forms of urban life after the digital revolution, which, in the current state of the art, are called "sentient city". To this end, this paper reviews the non-places of megacities and their transformation into hotspots of informational cities, which were transformed into cyborg cities up to the emerging conditions of the sentient city.
Keywords: non-places, information city, cyborg city, sentient city





Para citar essa obra:
SANTAELLA, Lucia; Dos não-lugares à cidade senciente. In: RUA [online]. 2014, no. 20. Volume II - ISSN 1413-2109/e-ISSN 2179-9911. Consultada no Portal Labeurb – Revista do Laboratório de Estudos Urbanos do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade.
http://www.labeurb.unicamp.br/rua/


DOI:

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*Professora titular da PUCSP, pesquisadora 1ª do CNPq. Recebeu os prêmios Jabuti (2002, 2009 e 2011), o prêmio Sérgio Motta (Líber, 2005) e o prêmio Luiz Beltrão (2010). Publicou 41 livros e mais de 300 artigos. E-mail: lbraga@pucsp.br.